Comisión de la verdad en Brasil: el entramado histórico y el derecho a la memoria y la verdad

dc.audienceComunidad Universidad de Medellínspa
dc.audienceInterés generalspa
dc.contributor.authorOliveira, Ramon Rebouças Nolasco de
dc.contributor.authorCabral, Rafael Lamera Giesta
dc.coverage.spatialLat: 06 15 00 N degrees minutes Lat: 6.2500 decimal degreesLong: 075 36 00 W degrees minutes Long: -75.6000 decimal degrees
dc.date.accessioned2022-06-28T17:03:29Z
dc.date.available2022-06-28T17:03:29Z
dc.date.issued2021-11-19
dc.descriptionEl artículo pretende problematizar las cuestiones de la memoria y la Justicia Transicional a partir del contexto de la creación de la Comisión Nacional de la Verdad de Brasil (CNV). Las disputas sobre qué recordar, cómo recordar y qué olvidar (o no olvidar) pueden llegar a ser muy complejas en tiempos de polarización política. Al problematizar el caso brasileño entre 2008 y 2014, buscamos destacar cómo la trayectoria institucional del CNV lidió con los obstáculos legislativos y empíricos en torno a la memoria, la historia, el olvido y el resentimiento. Para que estos objetivos pudieran cumplirse metodológicamente, la investigación utilizó fuentes primarias (documentos legislativos y judiciales, informes, dictámenes) y fuentes secundarias (bibliografía especializada en el tema). Utilizando el método descriptivo, presentamos el contexto transicional brasileño y el curso del CNV para demostrar cómo la tensión entre el resentimiento y el derecho a la memoria y el derecho a la verdad fueron organizados por la Comisión. Aunque el resultado del Informe del CNV es relevante, la responsabilidad de los violadores de los derechos humanos en Brasil está neutralizada por el sistema judicial. La promesa de una política pública sobre la memoria permanece en el olvido y controlada por las élites políticas.spa
dc.description.abstractO artigo tem por objetivo problematizar os temas da memória e da Justiça de Transição a partir do contexto de instituição da Comissão Nacional da Verdade – CNV brasileira. As disputas sobre o que memorar, como recordar e o que esquecer (ou não esquecer) pode tornar-se muito complexo em tempos de polarização política. Ao problematizarmos o caso brasileiro entre 2008 e 2014, busca-se destacar como o percurso de instituição da CNV lidou com os entraves legislativos e empíricos em torno da memória, da história, do esquecimento e do ressentimento. Para que esses objetivos pudessem ser atendidos metodologicamente, a pesquisa utilizou fontes primárias (documentos legislativos e judiciais, relatórios, pareceres) e secundárias (literatura especializada sobre o tema). Com uso do método descritivo, apresentamos o contexto transicional brasileiro e o percurso da CNV para demonstrar como a tensão entre ressentimento e direito à memória e direito à verdade foram organizados pela Comissão. Embora o resultado do Relatório da CNV seja relevante, a responsabilização dos violadores de direitos humanos no Brasil é neutralizada pelo sistema de justiça. A promessa de uma política pública sobre memória permanece no esquecimento controlado pelas elites políticas.por
dc.formatPDF
dc.format.extentp. 113-140spa
dc.format.mediumElectrónicospa
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dc.identifier.doihttps://doi.org/10.22395/ojum.v20n43a4
dc.identifier.eissn2248-4078
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dc.identifier.issn1692-2530
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dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11407/7042
dc.language.isoeng
dc.publisherUniversidad de Medellínspa
dc.publisher.facultyFacultad de Derechospa
dc.publisher.placeMedellínspa
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dc.relation.citationvolume20
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dc.relation.urihttps://revistas.udem.edu.co/index.php/opinion/article/view/3791
dc.rights.creativecommonsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International*
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dc.sourceOpinión Jurídica; Vol. 20 Núm. 43 (2021): Edición especial; 113-140spa
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dc.type.localArtículo científicospa
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