Subjetividad política en docentes de derechos humanos
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Resumen
Apresentam-se os resultados do mapeamento empírico das atitudes políticas, condutas de participação e traços da subjetividade política em docentes de direitos humanos no contexto escolar de Bogotá e Buenos Aires, sob uma perspectiva comparada. Por meio de um estudo misto, foi aplicado um questionário com 20 itens a 90 docentes e realizados nove grupos focais. Os achados mostraram que as maiores semelhanças estavam na solidarie- dade com causas em que se costuma sancionar empresas que violam os direitos humanos por meio do não consumo, no papel docente como gestor e defensor dos direitos, assim como no conhecimento do sistema jurídico de direitos para sua ativação. No entanto, os docentes de Buenos Aires tendiam a atribuir maior ênfase política (não partidária) às suas ações em sala de aula, a partir de uma perspectiva contra-hegemônica, em comparação com seus colegas de Bogotá. Discute-se que a subjetividade política irrompe na tensão entre o instituído e o instituidor, dentro do marco da história pessoal e sociopolítica. Assim, o ensino dos direitos constrói-se nas lutas por reconhecimento como sujeito histórico com capacidade de agenciar processos de transformação da dinâmica escolar.
Descripción
The results of an empirical study of political attitudes, participatory behaviors, and traits of political subjectivity among human rights teachers in schools in Bogotá and Buenos Aires are presented from a comparative perspective. A mixed-item study was conducted, with a 20-item questionnaire administered to 90 teachers, and nine focus groups were held. Findings showed that the greatest similarities were between solidarity with causes that typically sanction companies that violate human rights by not consuming, and the teacher’s role as a manager-defender of rights, and knowledge of a legal human rights enforcement system. However, teachers in Buenos Aires tended to place a greater political (non-partisan) emphasis on their classroom actions from a counter-hegemonic perspective than their colleagues in Bogotá. It is argued that political subjectivity emerges in the tension between the established and the instituting, within the framework of personal and sociopolitical history. Therefore, the teaching of rights is built on struggles for recognition as a historical subject with the capacity to foster school dynamics transformation processes.
