Informalidad empresarial en micronegocios de Colombia: Evidencia desde Cúcuta y su área metropolitana
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Resumen
Este artigo analisa os fatores associados à informalidade empresarial em micronegócios de San José de Cúcuta e sua Região Metropolitana durante o período de 2019 a 2021. Utiliza-se uma abordagem quantitativa com base em dados da Pesquisa de Micronegócios (Emicron) do DANE, aplicandose modelos econométricos probit para avaliar a probabilidade de pertencimento a diferentes graus de informalidade. O estudo considera dimensões como características sociodemográficas do proprietário, tipo de criação do negócio e motivações para empreender. Os resultados revelam uma alta prevalência de informalidade, especialmente entre os negócios criados por familiares, sem registro mercantil nem contabilidade formal. Ser mulher e ter um local físico reduz a probabilidade de operar informalmente, enquanto empreender por oportunidade ou exercer um ofício aumenta as probabili dades de formalização. A análise sugere que a informalidade é um fenômeno estrutural influenciado por barreiras institucionais, econômicas e culturais. Conclui-se que as políticas públicas devem se concentrar em reduzir a burocracia, facilitar o acesso ao crédito e oferecer educação financeira, além de promover incentivos específicos para mulheres empreendedoras e negócios com potencial de sustentabilidade. Esses achados são relevantes para o desenho de estratégias de formalização em contextos fronteiriços com alta informalidade.
Descripción
This article analyzes the factors associated with business informality in microbusinesses in San José de Cucuta and its Metropolitan Area from 2019-2021. A quantitative approach is used based on data from DANE’s Microbusiness Survey (Emicron). Econometric probit models are applied to evaluate the probability of belonging to different degrees of informality. The study considers dimensions such as owners’ sociodemographic characteristics, type of business creation, and motivations for entre preneurship. Results reveal a high prevalence of informality, especially among businesses created by family members, without business registration or formal accounting. Being a woman and having a physical location reduces the likelihood of operating informally, while entrepreneurship by opportunity or exercising a trade increases the likelihood of formalization. This analysis suggests that informality is a structural phenomenon influenced by institutional economic cultural barriers. It concludes that public policies should focus on reducing bureaucracy, facilitating access to credit, and offering financial education, in addition to promoting specific incentives for women entrepreneurs and businesses with potential for sustainability. These findings are relevant for the design of formalization strategies in border contexts with high informality.
