La sucesión de estados en materia de tratados territoriales y de fronteras a la luz de la jurisprudencia de la Corte Internacional de Justicia
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Resumen
Este artigo tem como objetivo discutir os efeitos e as consequências da sucessão de Estados no tocante aos tratados internacionais, especificamente, quanto aos regimes fronteiriços e territoriais edificados por tais documentos. Para tanto, utilizando-se do método dedutivo de abordagem, divide-se o presente estudo em duas partes. Primeiro, desde o procedimento descritivo de análise e a partir das técnicas bibliográfica e documental de pesquisa, pretende-se por meio deste texto realizar um estudo amplo das teorias que guiam os efeitos sucessórios de tratados em casos de separação estatal, isto é, a teoria da continuidade e o princípio da tabula rasa. Em seguida, seguindo o procedimento analítico de análise, busca-se verificar objetivamente os regimes territoriais e de fronteira, apontando, respectivamente, a partir de um estudo dos casos Gabdikovo-Nagymaros e Lybia vs. Chade perante a Corte Internacional de Justiça, quais as modulações que podem ser feitas nos tratados fronteiriços e territoriais para os Estados sucessores. Ao cabo, conclui-se que, apesar da teoria da tabula rasa ser utilizada como exceção ao princípio da continuidade de vinculação do Estado, este é ainda aplicado quando se refere aos tratados em matéria de fronteiras e territoriais, em que pese a sua aplicação não seja isenta a críticas.
Descripción
This article aims to discuss the effects and consequences of the succession of States regarding international treaties; specifically, regarding the border and territorial regimes built by such documents. For that matter, using the deductive method o, we divide the present study into two parts. First, following a descriptive procedure of analysis and from the use of bibliographic and documental research techniques we intend to carry out a broad study of the theories that guide the succession effects of treaties in cases of state separation, that is, the continuity theory and the tabula rasa principle. Then, following an analytic procedure of analysis, we aim at objectively and respectively verifying the territorial and border regimes from a study of the cases Gabdikovo-Nagymaros and Lybia vs. Chad before the International Court of Justice, pointing to provisions that could be made to borders and territories treaties regarding successor States. In the end, it is concluded that, although the tabula rasa theory is used as an exception to the principle of continuity of State binding, it is still applied when referring to treaties in matters of borders and territories, although its application is not free from criticism.
