Communication Processes for Peace
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Resumen
Esta reflexão é fruto de duas pesquisas realizadas com mulheres vítimas da violência política na Colômbia, localizadas no campo da Comunicação Social. Como metodologia, foram submetidas à prova hipóteses da teoria da paz imperfeita e da pesquisa para a paz com base em exercícios de transcodificação artística por meio de processos concebidos a partir da Comunicação Social, realizados por vítimas do conflito e cuja finalidade era produzir uma obra artística própria com base em outra preexistente. Segundo relatos de suas experiências, as participantes, confrontadas a obras artísticas, transformaram a obra alheia na qual se inspiraram em outra de autoria própria. Essa experiência, conforme essas teorias, propicia o luto e a resiliência das vítimas por meio do empoderamento pessoal, fundamentais para a paz. O fundo social dessas experiências tem sido o pós-conflito após os acordos de paz entre as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia e o governo colombiano. O primeiro processo foi realizado com mulheres afrodescendentes deslocadas do Pacífico a Cali; o segundo com estudantes socialmente desfavorecidas pela violência em suas regiões de origem. Esses exercícios levaram a uma mudança na percepção das mulheres sobre sua experiência pessoal violentada e, como consequência, em sua capacidade para fazer as pazes.
Descripción
La reflexión que aquí se presenta emana de dos investigaciones realizadas con mujeres víctimas de la violencia política en Colombia, ubicadas ambas en el campo de la Comunicación Social. Metodológicamente, se sometieron a prueba hipótesis de la teoría de la paz imperfecta y de la investigación para la paz con base en ejercicios de transcodificación artística a través de procesos concebidos desde la Comunicación Social, adelantados por víctimas del conflicto y cuya finalidad era producir una obra artística propia a partir de otra pre-existente. A partir de relatos de sus experiencias, las participantes, confrontadas a obras artísticas, transformaron la obra ajena de la cual se inspiraron, en otra de autoría propia. Dicha experiencia, según estas teorías, propicia el duelo y la resiliencia de las víctimas a través del empoderamiento personal, fundamentales para las paces. El trasfondo social de estas experiencias ha sido el postconflicto tras los acuerdos de paz entre las farc y el gobierno colombiano. El primer proceso se adelantó con mujeres afrodescendientes desplazadas del Pacífico a Cali; el segundo con estudiantes socialmente desfavorecidas por la violencia en sus regiones de origen. Estos ejercicios desembocaron en un cambio en la percepción de las mujeres sobre su experiencia personal violentada y como consecuencia, en su capacidad para hacer las paces.
