The Voluntary Termination of Pregnancy as Restricted Access Right in the COVID-19 Framework
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Resumen
A interrupção voluntária da gravidez na Colômbia é reconhecida em três casos excepcionais pela jurisprudência da Corte Constitucional. Desde então, vêm sendo desenvolvidas estratégias para eliminar os obstáculos em seu exercício, contudo são muitas as barreiras que as mulheres encontram para ter acesso a esse direito. Com o surgimento da crise sanitária pública devido à Covid-19 é pertinente realizar um diagnóstico do estado atual desse direito; por isso, uma pesquisa de tipo qualitativa foi desenvolvida baseada no método hermenêutico. A partir disso, obteve-se um resultado que demonstra a limitação do exercício desse direito, em especial pelas mulheres que moram em áreas rurais, devido à restrição de sua locomoção, do acesso à internet e a serviços de saúde idôneos, entre outras dificuldades geradas pela pandemia. Conclui-se que as medidas adotadas no âmbito estatal de emergência econômica, social e ecológica para a proteção desse direito são nulas, já que carecem de uma abordagem sociodemográfica efetiva que garanta a proteção da interrupção voluntária da gestação nesse contexto.
Descripción
La interrupción voluntaria del embarazo en Colombia ha sido reconocida en tres casos excepcionales por la jurisprudencia de la Corte Constitucional. Desde entonces se ha desarrollado un marco de protección que elimina los obstáculos en su ejercicio, sin embargo, aún son muchas las barreras que encuentran las mujeres para acceder a este derecho. Ahora bien, con el surgimiento de la crisis de salud pública a cuenta de la COVID-19, es pertinente hacer un diagnóstico del estado actual de este derecho. En este sentido, se desarrolló una investigación de tipo cualitativo basada en el método hermenéutico que condujo a la obtención de un resultado enmarcado en la aguda limitación para ejercer este derecho: en especial por parte de las mujeres que habitan en centros poblados rurales debido a la restricción de su locomoción, falta de acceso a internet y a servicios de salud idóneos, entre otros. Lo anterior permite concluir que las medidas adoptadas en el marco del estado de emergencia económica, social y ecológica para la protección de este derecho son nulas, ya que carecen de un enfoque socio demográfico efectivo que garantice la protección de la interrupción voluntaria del embarazo en esta época.
