Aportes de las aplicaciones móviles a la salud de estudiantes universitarios en Medellín
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Resumen
Os aplicativos móveis de saúde, ou mHealth, oferecem uma possibilidade estratégica na promoção da saúde e na prevenção de doenças. As evidências científicas vêm demonstrando o potencial desses aplicativos para motivar comportamentos saudáveis em todos os atores sociais. Um desses grupos são os jovens universitários, que estão expostos a múltiplos fatores de risco que terão implicações em sua saúde no presente e no futuro. No entanto, os estudos ainda não conseguem demonstrar plenamente o impacto desses softwares na mudança de comportamentos a longo prazo. O objetivo deste estudo foi identificar e caracterizar os aplicativos móveis mais utilizados por estudantes universitários em Medellín e determinar as mudanças de comportamento geradas por esse uso. A pesquisa foi qualitativa com um alcance exploratório. Foram entrevistados 113 estudantes de 6 universidades: 3 públicas e 3 privadas. Concluiu-se que os estudantes têm uma noção biologicista da saúde (sua dimensão social é invisibilizada), centrada principalmente no aspecto físico e pouco na saúde mental. O maior uso foi identificado em aplicativos voltados para atividade física e esportiva, saúde sexual e reprodutiva, nutrição e alimentação, saúde mental, serviços de atendimento em saúde e prevenção de doenças. Os aplicativos promovem, monitoram, registram e ensinam sobre temas de saúde, e seu uso varia conforme o gênero. Por fim, os mHealth contribuem para a aquisição de comportamentos voltados à saúde dos universitários.
Descripción
Mobile health applications, or m-Health, offer a strategic possibility to promote health and prevent disease. Scientific evidence has shown the potential of applications to promote healthy behaviors in all social actors. One of these actors is young university students, exposed to multiple risk factors that affect their health in the present and the future. However, studies fall short addressing the impact of these applications on long-term behavioral changes. This study aimed to identify and characterize university students’ mostly-used mobile applications in Medellin and determine their behavioral changes using them. This research was qualitative and had an exploratory scope. Researchers interviewed 113 students from 6 universities. Three were public universities, and three were private. The study concluded that students have a biological notion of health, making its social dimension invisible, focusing mainly on a physical dimensión and not so much on a mental dimension. Most applications focused on physical activity and sports, sexual and reproductive health, nutrition and food, mental health, health care services, and disease prevention. Apps promote, monitor, record, and teach about health issues; their use differs depending on gender. Finally, mobile health apps contribute to helping university students acquire healthoriented behaviors.
