La PEC 32/2020: del Estado proveedor al Estado subsidiario, ¿qué perdimos en el camino?
| dc.audience | Comunidad Universidad de Medellín | spa |
| dc.contributor.author | Busato Teixeira, Albano | |
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| dc.date.accessioned | 2025-08-29T13:40:33Z | |
| dc.date.available | 2025-08-29T13:40:33Z | |
| dc.date.issued | 2025-05-05 | |
| dc.description | The main objective of this article is to critically analyze the Constitutional Amendment Proposal (PEC) 32/2020, which proposes an administrative reform in Brazil, especially concerning the inclusion of the principle of subsidiarity in the original text. This study adopts the deductive method, with a bibliographic technique, based on an analysis of legislation, doctrine, and the historical context of the country’s administrative reforms, specifically focusing on the managerial reform of the 1990s. Results reveal that, although the principle of subsidiarity was eliminated from the final text, its essence remains present in the PEC 32/2020 proposals, which promote a model of a subsidiary State aligned with neoliberalism, characterized by the reduction of state action and the precariousness of public servants’ guarantees. This research highlights that the managerial reform, implemented under the justification of modernization and efficiency, failed to strengthen the State’s regulatory supervisory role, relying excessively on a weakened civil society and control mechanisms focused exclusively on results. The conclusion of this study points out that the formal exclusion of the principle of subsidiarity does not eliminate the risks of a subsidiary State’s taxation, and that PEC 32/2020 is incompatible with the Social Status model provided for in the Federal Constitution of 1988. | eng |
| dc.description | El objetivo principal de este artículo es analizar críticamente la Propuesta de Enmienda Constitucional (PEC) 32/2020, que propone una reforma administrativa en Brasil, especialmente en lo que respecta a la inclusión del principio de subsidiariedad en el texto original. La investigación adopta el método deductivo, con técnica bibliográfica, basándose en el análisis de legislación, doctrina y el contexto histórico de las reformas administrativas en el país, con especial enfoque en la reforma gerencial de la década de 1990. Los resultados revelan que, aunque el principio de subsidiariedad fue eliminado del texto final, su esencia permanece presente en las propuestas de la PEC 32/2020, las cuales promueven un modelo de Estado subsidiario alineado con el neoliberalismo, caracterizado por la reducción de la actuación estatal y la precarización de las garantías del servidor público. La investigación destaca que la reforma gerencial, implementada bajo la justificación de modernización y eficiencia, no logró fortalecer el papel regulador y fiscalizador del Estado, confiando en exceso en una sociedad civil debilitada y en mecanismos de control centrados exclusivamente en resultados. La conclusión señala que la exclusión formal del principio de subsidiariedad no elimina los riesgos de imposición de un Estado subsidiario, y que la PEC 32/2020 resulta incompatible con el modelo de Estado Social previsto en la Constitución Federal de 1988. | spa |
| dc.description.abstract | O artigo tem como objetivo principal analisar criticamente a PEC 32/2020, que propõe uma reforma administrativa no Brasil, especialmente no que se refere à inclusão do princípio da subsidiariedade no texto original. A pesquisa adota o método dedutivo, com técnica bibliográfica, baseando-se na análise de legislação, doutrina e contexto histórico das reformas administrativas no país, com foco especial na reforma gerencial da década de 1990. Os resultados revelam que, embora o princípio da subsidiariedade tenha sido excluído do texto final, sua essência permanece presente nas propostas da PEC 32/2020, que promovem um modelo de Estado subsidiário alinhado ao neoliberalismo, caracterizado pela redução da atuação estatal e pela precarização das garantias do servidor público. A pesquisa destaca que a reforma gerencial, implementada sob a justificativa de modernização e eficiência, não se mostrou apta a fortalecer o papel regulador e fiscalizador do Estado, tendo confiado excessivamente em uma sociedade civil fragilizada e em controles baseados apenas em resultados. A conclusão aponta que a exclusão formal do princípio da subsidiariedade não elimina os riscos da imposição de um Estado Subsidiário, sendo a PEC 32/2020 incompatível com o modelo de Estado Social previsto na Constituição Federal de 1988. | por |
| dc.format.extent | p. 1-19 | spa |
| dc.format.medium | Electrónico | spa |
| dc.format.mimetype | application/pdf | |
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| dc.identifier.doi | https://doi.org/10.22395/ojum.v24n51a3951 | |
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| dc.identifier.issn | 1692-2530 | |
| dc.identifier.reponame | reponame:Repositorio Institucional Universidad de Medellín | spa |
| dc.identifier.repourl | repourl:https://repository.udem.edu.co/ | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11407/9044 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.publisher | Universidad de Medellín | spa |
| dc.publisher.faculty | Facultad de Derecho | spa |
| dc.publisher.place | Medellín | spa |
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| dc.relation.citationissue | 51 | |
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| dc.relation.citationvolume | 24 | |
| dc.relation.haspart | Opinión Jurídica; Vol. 24 Núm. 51 enero-junio 2025 | spa |
| dc.relation.ispartofseries | Opinión Jurídica; Vol. 24 No. 51 (2025) | spa |
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