Deconstruyendo la protección contra el despido del artículo 14 bis. de la Constitución Nacional Argentina
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Resumen
Neste artigo, propomos contribuir para uma nova abordagem jurídica em torno da figura da rescisão arbitrária e sua proteção. Para alcançar esse objetivo, revisaremos algumas estruturas conceituais produzidas há algum tempo e que se mostram como indiscutíveis e invariáveis. No entanto, essa revisão não implica negar a produção teórica sobre o direito do trabalho majoritário ou hegemônico. Pelo contrário, trata-se de propiciar outra visão através da qual interpretar sua regulamentação jurídica em termos constitucionais. O objetivo principal consiste em iniciar um processo de desconstrução da proteção consagrada no artigo 14 bis da Constituição Nacional argentina. Esse processo culminará com a proposta de nulidade seguida de reintegração ao cargo de trabalho, ou seja, estabilidade real. Consideramos essa alternativa como a mais adequada para proteger o trabalhador e dissuadir o empregador em casos de rescisão arbitrária. Além disso, admitimos a eventual reposição judicial ao estado anterior do fato por aplicação do artigo 10 do Código Civil e Comercial. A metodologia escolhida para abordar essa questão será de natureza normativa analítica e de interpretação crítica.
Descripción
En este artículo proponemos contribuir a un nuevo enfoque jurídico en torno a la figura del despido arbitrario y su protección. Para lograrlo, revisaremos algunas estructuras conceptuales producidas hace tiempo y que se muestran como indiscutibles e invariables. Sin embargo, esta revisión no implica negar la producción teórica sobre el derecho del trabajo mayoritario o hegemónico. Por el contrario, se trata de propiciar otra mirada a través de la cual interpretar su regulación jurídica en clave constitucional. El objetivo principal consiste en iniciar un proceso de deconstrucción de la protección consagrada en el artículo 14 bis de la Constitución Nacional argentina. Este proceso culminará con el planteo de la nulidad seguida de reincorporación al puesto de trabajo, es decir, estabilidad real. Consideramos esta alternativa como la más adecuada de proteger al trabajador y disuadir al empleador en casos de despido arbitrario. Además, admitimos la eventual reposición judicial al estado anterior del hecho por aplicación del artículo 10 de CCC. La metodología escogida para abordar esta cuestión será de tipo normativo analítica y de interpretación crítica.
