Gestión de la diversidad etnocultural en la construcción identitaria en África subsahariana. El caso de Costa de Marfil
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Resumen
Este artigo discute, de uma perspectiva essencialmente analítica, a gestão da diver-sidade etnocultural na África subsaariana, utilizando o caso da Costa do Marfim como ponto de partida. Argumenta-se que a maioria dos estados africanos que experimentaram a colonização na assimilação das suas diversidades etnoculturais - estabelecidas por modelos ocidentais de homogeneização de identidade - foram mergulhados em crises de identidade que tiveram repercussões no seu processo de construção pós-colonial. O caso fornece uma visão sobre um problema comum ao continente africano, o que levanta a necessidade de reflectir sobre modelos de construção de identidade apropriados a regiões com enormes diversidades etno-culturais. É proposta uma viragem descolonial, baseada na interculturalidade como paradigma de construção da identidade que, ao ligar-se à cos-movisão clássica africana, significa a revalorização de uma civilização antiga propiciada pela resignificação das origens culturais mais autóctones e idiossincrasias identitárias.
Descripción
This article discusses, from an essentially analytical perspective, the management of ethnocultural diversity in sub-Saharan Africa, based on an approach to the Ivorian case. It is argued that most of the African states that experienced colonization in the assimilation of their ethnocultural diversities - established by Western models of identity homogenization - were plunged into identity crises that had repercussions on their post-colonial construction process. The case provides an insight into a problem common tothe African continent, which raises the need to reflect on models of identity constructionappropriate to regions with enormous ethno-cultural diversities. A decolonial turn is proposed, assumed by interculturality as a paradigm of identity construction which,by connecting with the classical African cosmovision, means the revaluation of an an-cient civilization propitiated by the resignification of the most autochthonous cultural origins and identity idiosyncrasies
