Digital Leisure and Agency of Well-being: Uncertainty in Middle Class Households
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Resumen
Neste artigo descreve-se de que maneira um evento enquadrado no gênero jornalístico da “entrevista” constitui uma narrativa enganosa que, inclusive depois de ser retificada, continuará afetando as audiências convocadas emocional e ideologicamente. Trata-se de um estudo de caso desenvolvido a partir de uma análise de conteúdo para explicar como surge uma notícia falsa em um noticiário da televisão privada na Colômbia por meio da introdução de frases falsas que, combinadas com a abordagem, com as narrativas emocionais e com as distorções, agravam a polarização política e mostram como essas emoções se inserem na narrativa noticiosa. Os resultados mostram que os vieses de distorção, não necessariamente partidaristas, e as emoções alinhadas com os princípios ideológicos juntamente com os lucros do mercado são o substrato para a geração das notícias falsas. O objetivo deste trabalho é mostrar de que maneira os meios tradicionais como a televisão e suas estratégias de persuasão narrativa proporcionam a suas audiências material (falsos) para a construção (distorcida) de notícias (falsas), enquanto emocionam o público, o que gera benefícios políticos e econômicos para o meio, para o grupo econômico do qual o meio faz parte e para o candidato presidencial que o grupo respalda. A descoberta mais importante radica no fato de que o viés emocional que o meio privado de informação noticiosa estudado procura não se esgota em uma explicação de seu caráter partidarista; estão em jogo as audiências do melhor horário da televisão colombiana, assim como os benefícios econômicos para um segmento do mercado publicitário.
Descripción
En este artículo se realiza un análisis de la relación entre ocio digital y condición de clase. Para ello, se sintetizan e interpretan los resultados de una investigación que estudió la vida cotidiana de un grupo de hogares de clase media en Cali, Colombia. La investigación pretendía comprender la emergencia de experiencias de ocio en ámbitos domésticos, así como caracterizar el modo en que agentes humanos y no humanos se ensamblan en casa para producir culturas hogareñas diferenciadas. Con este fin y bajo un enfoque cualitativo, se efectuaron 69 entrevistas estructuradas, 26 entrevistas comprensivas no estructuradas, 10 visitas etnográficas y 10 cartografías de ámbitos domésticos. Dos hallazgos, en apariencia inconexos, se identificaron en la investigación: por un lado, la experiencia cotidiana de la incertidumbre, expresada en una suerte de inconsistencia posicional que atraviesa la condición de clase media en el país; y por otro, la centralidad que el ocio digital tiene en las rutinas de los hogares estudiados. A modo de conclusión, este artículo aspira a integrar estos hallazgos. Se sugerirá para ello que prácticas comunes a estos hogares, como la renovación frecuente de tecnologías y la asiduidad del ocio digital se pueden entender como dispositivos marcadores de distinción de clase y, también, como mecanismos de control sobre el presente y modos de compensar, por la vía de ampliar las condiciones de abundancia, el malestar que genera un futuro incierto. Se espera así develar las tensiones que las capas medias experimentan y las prácticas compensatorias que agencian en tanto estrategias para su bienestar.
