Challenges of the Post-Conflict Regarding the Humanitarian Response: Between the Persistence of the Humanitarian Consequences and the Limitations to the Mandate of Humanitarian Actors
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Resumen
O acordo de paz entre o governo da Colômbia e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo foi firmado em 2016. Embora tenha sido um marco na histórica do país e constituído um passo importante na busca de soluções negociadas para o conflito armado e para a redução da violência, vem trazendo, no período de pós-acordo, um processo de desestabilização sociopolítica que deriva em múltiplas vulnerações dos direitos humanos tanto em áreas rurais quanto em urbanas. Essas violações são expressas na persistência de consequências humanitárias que, ainda que não derivem de uma situação de conflito armado não internacional, mas sim do confronto entre atores armados ilegais vinculados com o crime organizado, são clara expressão do impacto da luta armada sobre a população civil. Em várias ocasiões, essas consequências chegaram a níveis incomparáveis aos das manifestações presentes em contextos de conflito armado. Contudo, cada vez mais, a resposta humanitária amparada pelas regulamentações do Direito Humano Internacional é limitada, o que faz com que isso se converta em um dos principais desafios da etapa do pós-conflito.
Descripción
El acuerdo de paz entre el Gobierno de Colombia y las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia-Ejército del Pueblo (FARC-EP) se firmó en el año 2016. A pesar de que este marcó un hito en la historia del país y constituye un paso importante en la búsqueda de salidas negociadas al conflicto armado y la reducción de la violencia, ha traído en el periodo de posacuerdo un proceso de desestabilización sociopolítica que ha derivado en múltiples vulneraciones de los derechos humanos, tanto en zonas rurales como urbanas. Estas se expresan en la persistencia de consecuencias humanitarias que, aunque ya no se derivan de una situación de conflicto armado no internacional, sino de la confrontación entre actores armados ilegales vinculados con el crimen organizado, son clara expresión del impacto de la lucha armada sobre la población civil. En múltiples ocasiones, estas consecuencias han llegado a niveles equiparables a los de las manifestaciones presentes en situaciones de conflicto armado. No obstante, cada vez la respuesta humanitaria amparada por el espectro normativo del DIH es más limitada, lo que hace que esta se convierta en uno de los principales retos de la etapa del posconflicto.
