Producción social de cuerpos, divisiones sociales y marginación en el desarrollo urbano de la ciudad de Bogotá
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Resumen
Desde o século XIX, a cidade de Bogotá tem se caracterizado pelo surgimento de uma sensibilidade moderna promovida por uma educação estética (aisthesis). Esta função educativa, desempenhada por um grupo de letrados, permitiu coconstruir e perpetuar sujeitos diferentes e desiguais e, portanto, uma marginalidade com estilos de vida díspares. Foi assim que a cidade se dividiu em um povo comum e violento, que se opôs ao de bom gosto, bom tato, boas maneiras e bom tom, que é a mesma dicotomia entre pessoas sensíveis e insensíveis. A partir disso, propomos analisar alguns efeitos dessa formação corporal, focalizando nossos esforços na polêmica que surgiu quando, em 1982, o mundo soube que Gabriel García Márquez havia ganhado o Prêmio Nobel de Literatura. Isso nos permite concluir que uma divisão dos sujeitos sociais permanece ancorada como base da epistemologia social que pode ser interpretada a partir dos conceitos de violência epistêmica ou complexo de ilegitimidade.
